Terça-feira, Junho 20, 2006

JORNAL de PAREDE

MINI LEITORES



Todos os trabalhos dos alunos foram publicados no Jornal de Parede que se situa na entrada da escola... a divulgação e o carácter informativo deste projecto foi um sucesso e recomenda-se! A maior parte desses trabalhos foram publicados e trabalhados com recurso às TIC!

Repórteres @ CBTIC!

O concurso teve a participação de grande parte da turma... uma actividade que envolveu os alunos por completo! O envolvimento dos alunos com o meio que os rodeia sempre com recurso às TIC! Os desenhos e os textos foram todos elaborados e digitalizados pelos alunos. Grande experiência esta!



Escola Conde Ferreira... a primeira escola primária de Montemor-o-Novo... desde 1871!
Esta escola situa-se na zona histórica de Montemor-o-Novo. Localiza-se na parte antiga da cidade, junto ao castelo, e dela temos uma vista lindíssima sobre a cidade. O meu pai, a minha avó, o meu padrinho e a minha professora, andaram nesta escola e dizem que aprenderam muito nela. Eu gosto muito dela e sei que já é muito antiga. Eu lá na escola estudo, brinco e divirto-me com as minhas amigas. Ao longo dos anos a escola foi sofrendo algumas alterações ao seu traçado inicial. Hoje em dia tem 4 salas de aula e uma biblioteca, ao longo de um corredor e um pátio de recreio, com um pequeno campo de jogos pavimentado, e ainda um pequeno telheiro coberto.
A escola tem 135 anos e foi construída em 1871. Foi a primeira escola da vila e durante largas décadas foi a única. A escola tem o nome de Conde de Ferreira porque foi este senhor quem a mandou construir. O Conde de Ferreira era um dos senhores mais abastados da vila e quis com a construção da escola instruir e educar as gentes da vila.
Vera Sovelas



Castelo de Montemor... ... o Velho

O Castelo deve ter sido ocupado desde tempos pré-históricos, como indicam os vestígios arqueológicos encontrados. A primeira referência à fortificação remonta ao séc. IX. Nesta altura, o recinto devia ser pouco mais que a zona actual do castelejo, na coroa da colina.
Em 1088 ou 1095, foi reedificado por Afonso VI de Castela. As partes mais antigas são a base da torre de menagem. No tempo da formação da nacionalidade, com os castelos de Miranda, Penela, Soure e Santa Eulália formava a cintura avançada do sistema defensivo da cidade de Coimbra, constituindo para os mouros o seu maior incómodo nesta região. Com efeito, o castelo mudou várias vezes de mãos, com consequentes destruições, sendo definitivamente tomado pelas forças de Fernando Magno em 1064, aquando da tomada de Coimbra. No séc. XI foi construída a Igreja da Alcáçova e, no séc. XII, o Paço das Infantas, que ficará ligado ao facto de ter sido aí decidida a morte de Inês de Castro.
Em 1109, D.Teresa e seu filho, D. Afonso Henriques, teriam ordenado novas reformas no Castelo. O Infante D. Pedro mandou-o ampliar. O Castelo sofreu uma reforma geral no séc.XIV. No séc.XX fizeram-se obras de reconstrução para o poder conservar melhor.
Já lá fui uma vez e gostei imenso. Estive lá com os meus pais, o castelo é muito parecido com o de Montemor-o-Novo, só que está em melhor forma, e é um pouco mais pequeno. Tirei imensas fotografias, porque para além de ser muito bonito está cercado de belas árvores.
João António


Ermida de Nossa Senhora do Castelo - Coruche


A ermida de nossa senhora do Castelo fica situada no castelo de Coruche.
Foi fundada por D. Afonso Henriques conservando-se nela o retrato do rei. Foi sofrendo ao longo dos anos algumas restaurações, por isso, hoje ainda está muito bonita. O seu pequeno templo e a torre estão contornados com um tom de azul-ferrete, próprio de região. A capela é muito comprida, de uma só nave, com púlpito em pedra e arco do cruzeiro em mármore rosa. O altar-mor, todo de talha dourada, ladeado das figuras de São José e São Pedro, tem, acima do sacrário, a imagem de Nossa Senhora com o Menino, de pé, sobre um trono simples. Só este altar ocupa uma parede! O tecto da capela, em abóbada, está decorado com várias pinturas religiosas, destacando-se a da capela-mor, representando a «Coroação de Nossa Senhora» rodeada de anjos.Eu nasci em Lisboa mas como tenho família em Coruche costumo ir lá todos os fins-de-semana. Conheço a Igreja porque habitualmente a vou visitar. Realizam-se lá as festas de Nossa Senhora do Castelo que é a padroeira de Coruche. A minha mãe e o meu pai casaram-se nesta Igreja ficando assim, este monumento ligado também à história da minha família.
Sofia Silva



Janela da Casa Torre

A janela de estilo manuelino situa-se em Montemor-o-Novo na rua D. Vasco, passo lá muitas vezes. Acho a janela bastante interessante porque é diferente de todas as outras que se encontram naquela zona e mesmo em Montemor-o-Novo
Em Montemor-o-Novo as pessoas contam várias histórias sobre esta janela. A mais conhecida é sobre Vasco da Gama. A decisão da ida de Vasco da Gama para a Índia terá sido tomada em Montemor neste local. Diz-se que terá sido desta janela que o marinheiro saltou para a sua grande aventura. Não se sabe se esta história é verdade ou é mentira, mas a história é muito popular entre as gentes da cidade.
A casa onde se encontra a janela é uma casa torre do século XVI e foi habitada por D. Vasco Mascarenhas da família dos alcaides- mores da vila.
Esta torre tem 3 pisos e dela avistamos o Largo General Humberto Delgado. Em torno da janela está esculpida uma rede de pesca, um dos objectos mais utilizados no estilo manuelino e em todas as obras que representam o período dos Descobrimentos.
Ana Oliveira



O Templo de Diana

Há já algum tempo fui visitar o Templo de Diana com a minha turma.

O Templo de Diana é um monumento histórico e popular que se situa na cidade de Évora.

Este templo é um dos mais belos monumentos da civilização grega.

Foi construído no século VI a C, é feito de mármore e granito, composto por 127 colunas, colocadas sobre um pódio quase completo.

Devido a um grande incêndio, o templo foi destruído mas passado um tempo ele foi reconstruído por Alexandre ”O grande”.

Este templo era a casa forte da cidade do castelo, e servia para o enforcamento dos presos. Foi-lhe dado o nome de ”templo de Diana” dedicado à deusa Diana.

Com o passar dos séculos, sofreu várias alterações que começaram pelas invasões, e foram-se prolongando pelo passar dos anos.

Restando agora seis colunas da retaguarda e algumas laterais.

Já no século XX foram feitas campanhas de escavações, que permitiram encontrar vestígios de um pórtico e do espelho de água que o rodeavam.

É sem dúvida um dos maiores e mais conhecidos monumentos da história de Portugal e proporciona uma grande visita turística.

Laetícia Henriques







Santuários: Nossa Sra. da Visitação e Nossa Sra. D’Aires

Nossa Sra. da Visitação é uma igreja que fica num dos pontos altos da cidade de Montemor-o-Novo, tem muitos crentes, há muitas pessoas que lhe pedem milagres e para isso rezam as suas orações e acendem-lhe uma velinha num grande castiçal que existe por detrás da imagem de Nossa Sra.
Nossa Sra. D’Aires é uma igreja muito bonita que se situa em Viana do Alentejo, mas um pouco afastada da vila, quase um monumento que parece um pequeno mosteiro, é lindo por fora e por dentro.
Existe um milagre em comum entre estes dois monumentos. Há muitos anos atrás era obrigatório os rapazes fazerem a Tropa e também eram obrigados a ir combater em guerras fora do nosso país. Certo dia, um pobre soldado, onde andava a combater, viu-se envolvido com uma monstruosa e enorme cobra, ele pensou mesmo que ia ser devorado por ela. Veio-lhe ao pensamento pedir a nossa Sra. da Visitação e também a nossa Senhora D’Aires que o acudisse, se isso acontecesse ele iria esfolar o monstruoso bicho e oferecia metade da pele a cada uma das Santinhas. Como lhe correu bem é claro que cumpriu a sua promessa, por isso existe em cada uma das igrejas metade da pele, que para terem volume foram enchidas com palha e cosidas. Parecem reais, estão expostas ao longo da parede de cada igreja. No passado dia 14 de Maio fui com os meus pais visitar nossa Sra. D’Aires, não sei se é por estar tão habituada a nossa Sra. da Visitação, gostei mais da Nossa Senhora D’Aires. O monumento da nossa Sra. D’Aires é lindo e digno de qualquer pessoa o visitar, só tenho uma crítica a fazer, em frente existem postes e fios de electricidade, o que lhe retira a bonita visibilidade que tem para nos dar. Penso que é por causa da romaria e da feira que se faz lá todos os anos.

Helena Cachola







A Igreja Matriz

Na Cripta, inteiramento renovada, informa-se sobre a devoção de Montemor-o-Novo ao Santo que aqui nasceu. Na igreja concentre-se na extraordinária beleza do fresco original que recobre a abóbada da nave. No Ferreiro de S. João de Deus, pontifica a estátua do Santo e a fachada da Igreja Matriz. Em frente, o magnífico portal da Igreja da Misericórdia. Aqui, para além da abóbada polinervarda, semelhante à da Ermida Nossa Senhora da Visitação, de curiosos retábulos seiscentistas nos altares colaterais, da Sala do Despacho e de um órgão de séc. XVIII saído das mãos do mestre italiano D. pascoal Caetano Olduvini, poderá apreciar uma lindíssima Pietá, excelente obra do séc. XV em mármore.
Na igreja matriz, realizou-se a 5 de Fevereiro de 1978 o baptizado da minha mãe. O meu ocorreu no mesmo dia do baptizado do meu irmão, 29 de Abril de 2006. Nesse mesmo dia, o meu pai e a minha mãe casaram e coube-me a mim a honra de levar as alianças. Uma colega minha da escola foi ler uma parte da bíblia no meu baptizado. A igreja estava cheia e os escuteiros também marcaram presença. Cantaram e tocaram para todos nós. Esse dia foi muito especial e tirei muitas fotografias. A Igreja Matriz é assim, um monumento muito importante para Montemor e também para a minha família.
Vanessa Santos

O Natal e as ferramentas básicas TIC...



Anedota da Semana...

Vai um alentejano num comboio cantando uma canção:
Ó rama ó que linda rama
Ó rama da oliveira …

Nisto entra um passageiro:
- Ó compadre, em vez de estar para aí a cantar, tirava mas é a mala do caminho que o comboio não é só seu.

O compadre continua como se não fosse nada com ele:
Ó rama ó que linda rama.
Ó rama da oliveira …

– Oiça lá! Estou a falar consigo! Está armado em parvo ou quê?
Mas o compadre continuava com aquela calma olímpica, típica dos alentejanos:
Ó rama ó que linda rama.
Ó rama da oliveira…


- Ai é assim? Então senão tirar daqui a mala já, pego na porcaria da mala e atiro-a pela janela!
Dito e feito. Lá foi a mala pela janela…
Entretanto o nosso compadre continua na sua:
Ó rama ó que linda rama.
Ó rama da oliveirinha.
Agora é que tu perdeste
Que a mal não era minha…

Criatividade... e Humor...

A viagem...


Fui a Viana
a cavalo numa banana.

Fui ao Porto
a cavalo num morto.

Fui a Braga
a cavalo numa vaca.

Fui a Loulé
a cavalo num boné.

Fui a Caminha
a cavalo numa pombinha.

Fui a Mirandela
a cavalo numa cadela.

Fui a Lisboa
a cavalo numa leoa.

Fui a Funchal
a cavalo num pardal.

Fui ao Fundão
a cavalo num cão.

Fui à Lousada
a cavalo numa salada.

Fui a Lamego
a cavalo num morcego.

Quando a viagem terminou
O meu cão acalmou.

DIANA

Criatividade... e humor...

A viagem


Fui ao Rio Mondego-
a cavalo num borrego.


Fui a Azeitão
a cavalo num dragão.


Fui a Montemor
a cavalo num burro maior.


Fui ao Cortiço
a cavalo num ouriço.


Fui a Paris
a cavalo numa perdiz.


Fui a Beja
a cavalo numa cereja.


Fui a Castelo Branco
a cavalo num banco.


Fui a Palmela
a cavalo numa égua.

Quando a viagem terminou
o meu sonho de repente acabou.

CARLA

Ainda sobre a Páscoa... um poema...

Amêndoas de Páscoa...


Na torre da igreja
estava o sino a tocar
como estavam a dormir,
Fê-los despertar.


O irmão do Paulino
Que era o Joaquim,
Como era Páscoa
Levou um alecrim.



As amêndoas estão
Dentro do cestinho,
E a toalha da mesa
É feita de linho.



Logo a seguir vem
A visita Pascal
Todos a tocar a sineta
Que é de cristal.


O saco da merenda tinha
Amêndoas de chocolate,
Bolos, camélias vermelhas
E um bocado de abacate.


O Paulino já estava
Farto de tanta doçura
Foi tirar uma fotografia
E pô-la na moldura.

Na igreja o Guilhermino
Dá-lhes a cruz a beijar
Todos sentados a ouvir
O padre a pregar.


Laetícia Henriques





Clube de Ténis


No dia 9 de Maio à tarde, a turma do 4º ano foi ao Clube de Ténis.
Estava muito calor, mas mesmo assim tivemos a aula. Quando chegámos lá, fizemos o aquecimento, formámos dois grupos e treinámos ténis com os professores. Depois para terminar a aula jogámos um jogo só com as bolas de ténis. Durante todo o ano lectivo os professores de ténis deram uma aula por mês às turmas, no recinto escolar ou no Clube de Ténis. Como o ano lectivo está a terminar, as aulas de ténis vão acabar, mas alguns de nós poderão lá voltar, durante as férias.

Sofia Silva
Beatriz Costa-Pereira

Outras Actividades...

Ao longo do ano os alunos da EB1 n2 de Montemor-o-Novo praticaram variadíssimas actividades desde o folclore ao ténis... todas estas actividades foram trabalhadas também em sala de aula... e divulgadas aos colegas...

folclore...






A Páscoa foi comemorada de forma engraçada... os alunos praticaram jogos e cada um procurou o seu ovo da páscoa... no final cada um encontrou o seu... a caça ao ovo!

Os ovos da Páscoa...
(lenda modificada pelos alunos)

A Páscoa é a festa que celebra a morte e a ressurreição de Cristo. Nos Países onde se celebra a Páscoa é tradição oferecerem-se ovos de chocolate às crianças. O ovo simboliza o nascimento da vida, a sua continuação e a fertilidade, assim é considerado presente de Páscoa tal como as amêndoas.
Segundo a tradição Pascal, todos os sinos vão para Roma durante a semana Santa, regressando às suas capelas e igrejas no Sábado de Aleluia para repicarem à meia-noite. Durante o regresso, os sinos vão deixando cair ovinhos de Páscoa, feitos de chocolate, que as crianças vão procurar nos jardins.
Porém, durante a noite, os coelhinhos que vivem
nos bosques perto dos jardins, são muito gulosos e gostam de ir apanhar os ovinhos durante a noite. Para que as crianças não fiquem tristes, os pais, familiares, professores e amigos têm o hábito de oferecerem ovinhos de chocolate aos meninos. Esta tradição é muito antiga e deve ser mantida, para a alegria das crianças.

Língua Portuguesa
Trabalhos de Grupo: Contos revistos pela turma...

Grupo A


Fábula: “A cigarra e a formiga”

Sofia

Enquanto a cigarra cantava a formiga trabalhava.
O Verão chegou ao fim. Veio o frio, a chuva, o vento e a neve. Tal como a formiga dizia, a comida começou a faltar. Então a cigarra resolveu ir pedir alguma comidinha à amiga formiguinha.





-Amiga formiga
Dá-me alguma comidinha.
Nem que seja uma sementinha,
Tem pena da minha barriguinha.



-Estás a ver, amiga cigarra, como eu tinha razão! Devemos guardar sempre qualquer coisa para mais tarde.





MORAL DA HISTÓRIA

Provérbio
“Mais vale prevenir do que remediar!“


GRUPO – D



A Fábula “A Pomba e a Formiga”



Grupo: Maria João, Manuel, João Miguel, Helena, José



Nº 4

Um caçador que andava por ali a passear, viu uma pomba e, pensou:
- Olha que bela pomba! É esta que eu vou matar, para depois jantar.


Nº 5


Mas a formiga muito atenciosa, disse para ela própria.
-Ele deve querer matar a minha amiga pomba!
Vou ajuda-la.


Nº 6

A formiga muito acelerada foi para a perna do caçador e deu-lhe uma dentada na perna.
O caçador sentiu umas picadas tão fortes que abalou a correr, e nunca mais quis matar nenhuma pomba.


MORAL DA HISTORIA
“A gratidão e a ajuda entre os amigos é um valor que todos devemos ter.”



GRUPO - F


A Fábula “O pescador e o peixinho”

GRUPO: Ana Catarina, Vera, Carla, Ana Carvalho.


Nº 1

Era uma vez um pescador que vivia num barco e que conhecia bem os mares.
O pescador lançava as redes logo de manhã e, à tarde dormia uma sesta.
Quando chegava a noite, recolhia a rede com muitos peixes.


Nº 2

No entanto, todos os dias acontecia o mesmo, puxava as redes para o seu barco e dizia desiludido:
- Nunca mais apanho peixes. Mesmo assim, não desistia de voltar no dia seguinte.


Nº 3

Enquanto guardava um cesto com peixe, saltou um peixinho que ouviu tudo que o pescador disse e, pediu-lhe:
- Por favor, meu pescador! Eu sei que quer um peixe grande. Deixe-me voltar para o mar, pois é lá o meu lugar. Quando estiver maior e mais gordo, voltarei para me poder vender.

Nº 4

O pescador pensou muito mas, não foi na conversa do peixinho. Apesar de querer um peixe grande, não caiu na ambição. Preferiu ficar com ele, a ficar sem nenhum.


MORAL DA HISTÓRIA
“Apesar de ter pescado um peixinho muito esperto, o pescador não quis trocar o certo pelo incerto.”


Expressões Artísticas
Toda a escola se encontra repleta de trabalhos elaborados pelos alunos. Entre mosaicos e jornais de parede os trabalhos dos alunos estão em constante exposição ao longo do ano. As Tic foram fundamentais na preparação de trabalhos.

Domingo, Junho 18, 2006



Olá!
Este é o Portfolio da turma de 4ºano da Escola EB1 nº2 de Montemor-o-Novo 2005/2006!
A escola tem 135 anos e foi construída em 1871. Foi a primeira escola da vila e durante largas décadas foi a única. A escola é também conhecida por Escola Conde de Ferreira porque foi este senhor quem a mandou construir.
Neste Blog partilharemos convosco os melhores momentos do nosso precurso escolar este ano lectivo que ficará com certeza na memória de todos nós!