EB1 n2 de Montemor-o-Novo
Terça-feira, Junho 20, 2006
Repórteres @ CBTIC!
O concurso teve a participação de grande parte da turma... uma actividade que envolveu os alunos por completo! O envolvimento dos alunos com o meio que os rodeia sempre com recurso às TIC! Os desenhos e os textos foram todos elaborados e digitalizados pelos alunos. Grande experiência esta!
A escola tem 135 anos e foi construída em 1871. Foi a primeira escola da vila e durante largas décadas foi a única. A escola tem o nome de Conde de Ferreira porque foi este senhor quem a mandou construir. O Conde de Ferreira era um dos senhores mais abastados da vila e quis com a construção da escola instruir e educar as gentes da vila.
O Castelo deve ter sido ocupado desde tempos pré-históricos, como indicam os vestígios arqueológicos encontrados. A primeira referência à fortificação remonta ao séc. IX. Nesta altura, o recinto devia ser pouco mais que a zona actual do castelejo, na coroa da colina.
Em 1088 ou 1095, foi reedificado por Afonso VI de Castela. As partes mais antigas são a base da torre de menagem. No tempo da formação da nacionalidade, com os castelos de Miranda, Penela, Soure e Santa Eulália formava a cintura avançada do sistema defensivo da cidade de Coimbra, constituindo para os mouros o seu maior incómodo nesta região. Com efeito, o castelo mudou várias vezes de mãos, com consequentes destruições, sendo definitivamente tomado pelas forças de Fernando Magno em 1064, aquando da tomada de Coimbra. No séc. XI foi construída a Igreja da Alcáçova e, no séc. XII, o Paço das Infantas, que ficará ligado ao facto de ter sido aí decidida a morte de Inês de Castro.
Em 1109, D.Teresa e seu filho, D. Afonso Henriques, teriam ordenado novas reformas no Castelo. O Infante D. Pedro mandou-o ampliar. O Castelo sofreu uma reforma geral no séc.XIV. No séc.XX fizeram-se obras de reconstrução para o poder conservar melhor.
Já lá fui uma vez e gostei imenso. Estive lá com os meus pais, o castelo é muito parecido com o de Montemor-o-Novo, só que está em melhor forma, e é um pouco mais pequeno. Tirei imensas fotografias, porque para além de ser muito bonito está cercado de belas árvores.

A ermida de nossa senhora do Castelo fica situada no castelo de Coruche.
Foi fundada por D. Afonso Henriques conservando-se nela o retrato do rei. Foi sofrendo ao longo dos anos algumas restaurações, por isso, hoje ainda está muito bonita. O seu pequeno templo e a torre estão contornados com um tom de azul-ferrete, próprio de região. A capela é muito comprida, de uma só nave, com púlpito em pedra e arco do cruzeiro em mármore rosa. O altar-mor, todo de talha dourada, ladeado das figuras de São José e São Pedro, tem, acima do sacrário, a imagem de Nossa Senhora com o Menino, de pé, sobre um trono simples. Só este altar ocupa uma parede! O tecto da capela, em abóbada, está decorado com várias pinturas religiosas, destacando-se a da capela-mor, representando a «Coroação de Nossa Senhora» rodeada de anjos.Eu nasci em Lisboa mas como tenho família em Coruche costumo ir lá todos os fins-de-semana. Conheço a Igreja porque habitualmente a vou visitar. Realizam-se lá as festas de Nossa Senhora do Castelo que é a padroeira de Coruche. A minha mãe e o meu pai casaram-se nesta Igreja ficando assim, este monumento ligado também à história da minha família.
A janela de estilo manuelino situa-se em Montemor-o-Novo na rua D. Vasco, passo lá muitas vezes. Acho a janela bastante interessante porque é diferente de todas as outras que se encontram naquela zona e mesmo em Montemor-o-Novo
Em Montemor-o-Novo as pessoas contam várias histórias sobre esta janela. A mais conhecida é sobre Vasco da Gama. A decisão da ida de Vasco da Gama para a Índia terá sido tomada em Montemor neste local. Diz-se que terá sido desta janela que o marinheiro saltou para a sua grande aventura. Não se sabe se esta história é verdade ou é mentira, mas a história é muito popular entre as gentes da cidade.
A casa onde se encontra a janela é uma casa torre do século XVI e foi habitada por D. Vasco Mascarenhas da família dos alcaides- mores da vila.
Esta torre tem 3 pisos e dela avistamos o Largo General Humberto Delgado. Em torno da janela está esculpida uma rede de pesca, um dos objectos mais utilizados no estilo manuelino e em todas as obras que representam o período dos Descobrimentos.
O Templo de Diana
Há já algum tempo fui visitar o Templo de Diana com a minha turma.
O Templo de Diana é um monumento histórico e popular que se situa na cidade de Évora.
Este templo é um dos mais belos monumentos da civilização grega.
Foi construído no século VI a C, é feito de mármore e granito, composto por 127 colunas, colocadas sobre um pódio quase completo.
Devido a um grande incêndio, o templo foi destruído mas passado um tempo ele foi reconstruído por Alexandre ”O grande”.
Este templo era a casa forte da cidade do castelo, e servia para o enforcamento dos presos. Foi-lhe dado o nome de ”templo de Diana” dedicado à deusa Diana.
Com o passar dos séculos, sofreu várias alterações que começaram pelas invasões, e foram-se prolongando pelo passar dos anos.
Restando agora seis colunas da retaguarda e algumas laterais.
Já no século XX foram feitas campanhas de escavações, que permitiram encontrar vestígios de um pórtico e do espelho de água que o rodeavam.
É sem dúvida um dos maiores e mais conhecidos monumentos da história de Portugal e proporciona uma grande visita turística.
Laetícia Henriques


Nossa Sra. da Visitação é uma igreja que fica num dos pontos altos da cidade de Montemor-o-Novo, tem muitos crentes, há muitas pessoas que lhe pedem milagres e para isso rezam as suas orações e acendem-lhe uma velinha num grande castiçal que existe por detrás da imagem de Nossa Sra.
Nossa Sra. D’Aires é uma igreja muito bonita que se situa em Viana do Alentejo, mas um pouco afastada da vila, quase um monumento que parece um pequeno mosteiro, é lindo por fora e por dentro.
Existe um milagre em comum entre estes dois monumentos. Há muitos anos atrás era obrigatório os rapazes fazerem a Tropa e também eram obrigados a ir combater em guerras fora do nosso país. Certo dia, um pobre soldado, onde andava a combater, viu-se envolvido com uma monstruosa e enorme cobra, ele pensou mesmo que ia ser devorado por ela. Veio-lhe ao pensamento pedir a nossa Sra. da Visitação e também a nossa Senhora D’Aires que o acudisse, se isso acontecesse ele iria esfolar o monstruoso bicho e oferecia metade da pele a cada uma das Santinhas. Como lhe correu bem é claro que cumpriu a sua promessa, por isso existe em cada uma das igrejas metade da pele, que para terem volume foram enchidas com palha e cosidas. Parecem reais, estão expostas ao longo da parede de cada igreja. No passado dia 14 de Maio fui com os meus pais visitar nossa Sra. D’Aires, não sei se é por estar tão habituada a nossa Sra. da Visitação, gostei mais da Nossa Senhora D’Aires. O monumento da nossa Sra. D’Aires é lindo e digno de qualquer pessoa o visitar, só tenho uma crítica a fazer, em frente existem postes e fios de electricidade, o que lhe retira a bonita visibilidade que tem para nos dar. Penso que é por causa da romaria e da feira que se faz lá todos os anos.
Helena Cachola

Na Cripta, inteiramento renovada, informa-se sobre a devoção de Montemor-o-Novo ao Santo que aqui nasceu. Na igreja concentre-se na extraordinária beleza do fresco original que recobre a abóbada da nave. No Ferreiro de S. João de Deus, pontifica a estátua do Santo e a fachada da Igreja Matriz. Em frente, o magnífico portal da Igreja da Misericórdia. Aqui, para além da abóbada polinervarda, semelhante à da Ermida Nossa Senhora da Visitação, de curiosos retábulos seiscentistas nos altares colaterais, da Sala do Despacho e de um órgão de séc. XVIII saído das mãos do mestre italiano D. pascoal Caetano Olduvini, poderá apreciar uma lindíssima Pietá, excelente obra do séc. XV em mármore.
Na igreja matriz, realizou-se a 5 de Fevereiro de 1978 o baptizado da minha mãe. O meu ocorreu no mesmo dia do baptizado do meu irmão, 29 de Abril de 2006. Nesse mesmo dia, o meu pai e a minha mãe casaram e coube-me a mim a honra de levar as alianças. Uma colega minha da escola foi ler uma parte da bíblia no meu baptizado. A igreja estava cheia e os escuteiros também marcaram presença. Cantaram e tocaram para todos nós. Esse dia foi muito especial e tirei muitas fotografias. A Igreja Matriz é assim, um monumento muito importante para Montemor e também para a minha família.
Anedota da Semana...
Vai um alentejano num comboio cantando uma canção:
Ó rama ó que linda rama
Ó rama da oliveira …
Nisto entra um passageiro:
- Ó compadre, em vez de estar para aí a cantar, tirava mas é a mala do caminho que o comboio não é só seu.
O compadre continua como se não fosse nada com ele:
Ó rama ó que linda rama.
Ó rama da oliveira …
– Oiça lá! Estou a falar consigo! Está armado em parvo ou quê?
Mas o compadre continuava com aquela calma olímpica, típica dos alentejanos:
Ó rama ó que linda rama.
Ó rama da oliveira…
- Ai é assim? Então senão tirar daqui a mala já, pego na porcaria da mala e atiro-a pela janela!
Dito e feito. Lá foi a mala pela janela…
Entretanto o nosso compadre continua na sua:
Ó rama ó que linda rama.
Ó rama da oliveirinha.
Agora é que tu perdeste
Que a mal não era minha…
Criatividade... e Humor...
A viagem...
Fui a Viana
a cavalo numa banana.
Fui ao Porto
a cavalo num morto.
Fui a Braga
a cavalo numa vaca.
Fui a Loulé
a cavalo num boné.
Fui a Caminha
a cavalo numa pombinha.
Fui a Mirandela
a cavalo numa cadela.
Fui a Lisboa
a cavalo numa leoa.
Fui a Funchal
a cavalo num pardal.
Fui ao Fundão
a cavalo num cão.
Fui à Lousada
a cavalo numa salada.
Fui a Lamego
a cavalo num morcego.
Quando a viagem terminou
O meu cão acalmou.
DIANA
Criatividade... e humor...
A viagem
Fui ao Rio Mondego-
a cavalo num borrego.
Fui a Azeitão
a cavalo num dragão.
Fui a Montemor
a cavalo num burro maior.
Fui ao Cortiço
a cavalo num ouriço.
Fui a Paris
a cavalo numa perdiz.
Fui a Beja
a cavalo numa cereja.
Fui a Castelo Branco
a cavalo num banco.
Fui a Palmela
a cavalo numa égua.
Quando a viagem terminou
o meu sonho de repente acabou.
CARLA
Ainda sobre a Páscoa... um poema...
Amêndoas de Páscoa...
Na torre da igreja
estava o sino a tocar
como estavam a dormir,
Fê-los despertar.
O irmão do Paulino
Que era o Joaquim,
Como era Páscoa
Levou um alecrim.
As amêndoas estão
Dentro do cestinho,
E a toalha da mesa
É feita de linho.
Logo a seguir vem
A visita Pascal
Todos a tocar a sineta
Que é de cristal.
O saco da merenda tinha
Amêndoas de chocolate,
Bolos, camélias vermelhas
E um bocado de abacate.
O Paulino já estava
Farto de tanta doçura
Foi tirar uma fotografia
E pô-la na moldura.
Na igreja o Guilhermino
Dá-lhes a cruz a beijar
Todos sentados a ouvir
O padre a pregar.
Laetícia Henriques
No dia 9 de Maio à tarde, a turma do 4º ano foi ao Clube de Ténis.
Estava muito calor, mas mesmo assim tivemos a aula. Quando chegámos lá, fizemos o aquecimento, formámos dois grupos e treinámos ténis com os professores. Depois para terminar a aula jogámos um jogo só com as bolas de ténis. Durante todo o ano lectivo os professores de ténis deram uma aula por mês às turmas, no recinto escolar ou no Clube de Ténis. Como o ano lectivo está a terminar, as aulas de ténis vão acabar, mas alguns de nós poderão lá voltar, durante as férias.
Sofia Silva
Outras Actividades...
Ao longo do ano os alunos da EB1 n2 de Montemor-o-Novo praticaram variadíssimas actividades desde o folclore ao ténis... todas estas actividades foram trabalhadas também em sala de aula... e divulgadas aos colegas...
folclore...

Os ovos da Páscoa...
(lenda modificada pelos alunos)
Segundo a tradição Pascal, todos os sinos vão para Roma durante a semana Santa, regressando às suas capelas e igrejas no Sábado de Aleluia para repicarem à meia-noite. Durante o regresso, os sinos vão deixando cair ovinhos de Páscoa, feitos de chocolate, que as crianças vão procurar nos jardins.
Porém, durante a noite, os coelhinhos que vivem
nos bosques perto dos jardins, são muito gulosos e gostam de ir apanhar os ovinhos durante a noite. Para que as crianças não fiquem tristes, os pais, familiares, professores e amigos têm o hábito de oferecerem ovinhos de chocolate aos meninos. Esta tradição é muito antiga e deve ser mantida, para a alegria das crianças.
Língua Portuguesa
Trabalhos de Grupo: Contos revistos pela turma...
Grupo A
Fábula: “A cigarra e a formiga”
Sofia
Enquanto a cigarra cantava a formiga trabalhava.
O Verão chegou ao fim. Veio o frio, a chuva, o vento e a neve. Tal como a formiga dizia, a comida começou a faltar. Então a cigarra resolveu ir pedir alguma comidinha à amiga formiguinha.
-Amiga formiga
Dá-me alguma comidinha.
Nem que seja uma sementinha,
Tem pena da minha barriguinha.
-Estás a ver, amiga cigarra, como eu tinha razão! Devemos guardar sempre qualquer coisa para mais tarde.
MORAL DA HISTÓRIA
Provérbio
“Mais vale prevenir do que remediar!“
GRUPO – D
A Fábula “A Pomba e a Formiga”
Grupo: Maria João, Manuel, João Miguel, Helena, José
Nº 4
Um caçador que andava por ali a passear, viu uma pomba e, pensou:
- Olha que bela pomba! É esta que eu vou matar, para depois jantar.
Nº 5
Mas a formiga muito atenciosa, disse para ela própria.
-Ele deve querer matar a minha amiga pomba!
Vou ajuda-la.
Nº 6
A formiga muito acelerada foi para a perna do caçador e deu-lhe uma dentada na perna.
O caçador sentiu umas picadas tão fortes que abalou a correr, e nunca mais quis matar nenhuma pomba.
MORAL DA HISTORIA
“A gratidão e a ajuda entre os amigos é um valor que todos devemos ter.”
GRUPO - F
A Fábula “O pescador e o peixinho”
GRUPO: Ana Catarina, Vera, Carla, Ana Carvalho.
Nº 1
Era uma vez um pescador que vivia num barco e que conhecia bem os mares.
O pescador lançava as redes logo de manhã e, à tarde dormia uma sesta.
Quando chegava a noite, recolhia a rede com muitos peixes.
Nº 2
No entanto, todos os dias acontecia o mesmo, puxava as redes para o seu barco e dizia desiludido:
- Nunca mais apanho peixes. Mesmo assim, não desistia de voltar no dia seguinte.
Nº 3
Enquanto guardava um cesto com peixe, saltou um peixinho que ouviu tudo que o pescador disse e, pediu-lhe:
- Por favor, meu pescador! Eu sei que quer um peixe grande. Deixe-me voltar para o mar, pois é lá o meu lugar. Quando estiver maior e mais gordo, voltarei para me poder vender.
Nº 4
O pescador pensou muito mas, não foi na conversa do peixinho. Apesar de querer um peixe grande, não caiu na ambição. Preferiu ficar com ele, a ficar sem nenhum.
MORAL DA HISTÓRIA
“Apesar de ter pescado um peixinho muito esperto, o pescador não quis trocar o certo pelo incerto.”
Domingo, Junho 18, 2006

A escola tem 135 anos e foi construída em 1871. Foi a primeira escola da vila e durante largas décadas foi a única. A escola é também conhecida por Escola Conde de Ferreira porque foi este senhor quem a mandou construir.










